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Sábado, 29 de Abril de 2006

Dia Mundial da Dança

Como hoje é o dia mundial da dança, todos devemos de dançar, não daqui para fora, mas dançar mesmo. Uns dançam assim, outros assado... mas há ainda quem dance frito ou cozido, só depende do gosto e da habilidade de cada um. O importante é que dance, e há tanta maneira diferente de o fazer para comemorar um dia que deveria ser, diria mesmo, venerado. É que dançar faz bem ao coração. É uma actividade que além de lúdica , transmite sensualidade, logo bem estar, prazer e alegria.

 





Big time sensuality
sinto-me: a curtir
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lançado ao mar por west às 16:38
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Segunda-feira, 24 de Abril de 2006

Canções que marcaram a história

No dia 24 de Abril de 1974, um grupo de militares comandados por Otelo Saraiva de Carvalho instalou secretamente o posto de comando do movimento golpista no quartel da Pontinha, em Lisboa.

Às 22h 55m é transmitida a canção “E depois do Adeus”, de Paulo de Carvalho, pelos Emissores Associados de Lisboa. Este foi um dos sinais previamente combinados pelos golpistas e que despoletava a tomada de posições da primeira fase do golpe de estado.

O segundo sinal foi dado às 0h 20 m, quando foi transmitida a canção “Grândola Vila Morena“ de José Afonso pelo programa Limite da Rádio Renascença, que confirmava o golpe e marcava o início da operações. O locutor de serviço nessa emissão foi Leite de Vasconcelos, jornalista e poeta moçambicano.


in "Wikipedia"
Ler mais aqui.



Paulo de Carvalho
E depois do Adeus



Zeca Afonso
Grândola Vila Morena

sinto-me:
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Sábado, 22 de Abril de 2006

"Assim é...

... como um Honda se sente..."
Assim é, como começa a voz off do anúncio publicitário da honda , sem dúvida um excelente anúncio feito pela
Wieden Kennedy . Segue com um coro fazendo todos os ruídos do veículo, desde a abertura do tecto até simulação dos diferentes tipos de solo e outros sons muito característicos de um veículo em circulação.

O original desta campanha da Honda no Reino Unido, é oferecer o download do comercial em formato de vídeo podcast , tanto no site como para iTunes . É a maneira mais prática para quem quiser levar a campanha no bolso para assistir no iPod.

Se já viu na TV, veja outra vez escolhendo a maneira de ver a campanha do Civic, tendo em conta que vale a pena ver todo o making off   no microsite do honda civic:

Assistir online
Microsite Honda Civic
Download para iTunes



Veja agora aqui como se faz a paródia de um excelente anúncio - Vale a pena, mas veja primeiro o making off do original.


sinto-me: Publicitário
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lançado ao mar por west às 11:33
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Terça-feira, 18 de Abril de 2006

NÃO



Este é o NÃO mais OBRIGATÓRIO do momento!
Nuclear...?   Não obrigado!

Rosalinda

 Rosalinda, se tu fores à praia, se tu fores ver o mar,
cuidado não te descaia o teu pé de catraia em óleo sujo à beira-mar,
cuidado não te descaia o teu pé de catraia em óleo sujo à beira-mar.

A branca areia de ontem está cheínha de alcatrão.
As dunas de vento batidas são de plástico e carvão,
e cheiram mal como avenidas, vieram para aqui fugidas a lama, a putrefacção.
As aves já voam feridas, e outras caem ao chão.

Mas na verdade, Rosalinda, nas fábricas que ali vês
o operário respira ainda, envenenado, a desmaiar, o que mais há desta aridez.
Pois os que mandam no mundo só vivem querendo ganhar,
mesmo matando aquele que morrendo vive a trabalhar.

Tem cuidado, Rosalinda, se tu fores à praia, se tu fores ver o mar,
cuidado não te descaia o teu pé de catraia em óleo sujo à beira-mar,
cuidado não te descaia o teu pé de catraia em óleo sujo à beira-mar.

E em Ferrel, lá para Peniche, vão fazer uma Central
que para alguns é nuclear, mas para muitos é mortal.
Os peixes hão-de vir à mão, um doente, outro sem vida, não tem vida o pescador.
Morre o sável e o salmão, "Isto é civilização", assim falou um senhor.

Tem cuidado, Rosalinda, se tu fores à praia, se tu fores ver o mar,
cuidado não te descaia o teu pé de catraia em óleo sujo à beira-mar,
cuidado não te descaia o teu pé de catraia em óleo sujo à beira-mar.

 

 

Letra e música: Fausto


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Num Sonho




Num sonho de águas claras

eu quero a luz em vez de sombras
de argamassas e betão
mais quero o espaço em vez do vulto
que se avulta em alicerce
e pela arte de outro traço
desenhar outra morada
em delicado e puro gesto
pela mão do criador

os meus olhos adormecem
num sonho de águas claras
se morre o peixe e o verde seca
seca o verde deste chão
no degelo de outro mundo
quando é mais amargo o ar
e mais se alaga a terra ao fundo
e mais se alonga e sobra o mar

ir ao encontro outra vez
do perfume dos limões
olhar a sombra destes prados
em carmesim de cerejas
pela frescura das laranjas
pelo sabor de tangerinas
saborear teus lábios rubros
em leves tons de framboesa
depois
descobrir
depois
um astro em pomar de cores
sombreado pelas plantas
cheio de gente feliz
feliz tanto quanto eu sou
p’lo aroma da flor dos ramos
e pela serena presença
daquela mulher que eu amo


foto: westnelson
letra e música: Fausto

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Segunda-feira, 17 de Abril de 2006

Arte de rua



É arte, não há duvida!?
Mas que tipo de arte será?
Arte naif, poesia ilustrada,
ou vandalismo... e mais nada?

Ver mais no slideshow.

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Sábado, 15 de Abril de 2006

Pode-me teletransportar?

07h02 da manhã, toca o telefone. O vigilante de serviço na portaria não reconhece o número que chama através da central, mas pelo indicativo identifica-o como sendo de perto. Atende. Diz o nome da empresa e um expressivo bom dia, como habitualmente: -G.V., bom dia! Se faz favor?
Do outro lado ouve-se um pedido, quase uma ordem: - Pode-me passar à zona fria!?
Faz-se silêncio. São poucos segundos, mas parece ser muito mais até o vigilante falar novamente, como se do lado de lá não viesse som algum, voz alguma, nada: - G.V., bom dia! Se faz favor?
- Pode-me passar à zona fria!? - ouve-se do outro lado da linha, desta vez com mais arrogância.
- Primeiro, isto não é nenhum “teletransporte” e depois, bom dia também para si, muito obrigado! Vou passar a chamada ao departamento da zona fria, não garanto é que você consiga lá chegar deste modo!


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Quinta-feira, 13 de Abril de 2006

O Labrador

Nazaré, final de uma tarde solarenga. O vento começa agora a soprar mais forte, refreando o calor que até aí permitira um bom dia de praia para alguns estudantes e turistas, apesar de estarmos ainda em Abril. É  mais uma maneira de se gozar o bom tempo que esta Páscoa nos oferece.
Numa das rampas de acesso à praia, em frente da Praça Sousa Oliveira (esplanada), um rapaz com cerca de 18 anos brinca com um cão que apesar do seu porte físico ainda é bebé. O rapaz faz “trinta por uma linha” ao pobre animal, que mesmo assim vai rodopiando, dando ao rabo, mordendo a trela que não o prende num acto contínuo de reciprocidade.
Outro rapaz a rondar a mesma idade está de parte encostado ao corrimão metálico que ladeia uma das partes laterais da mesma rampa, e ri, ri muito. Diz qualquer coisa imperceptível para quem está mais afastado. O outro parece entender, ri também. Continua a fazer umas palhaçadas com o animal e até o rabo lhe puxa. Do outro lado da rampa um casalinho de namorados também da mesma idade observa tudo aquilo. O segundo por fim diz para o primeiro algo verdadeiramente engraçado, a pedir uma reflexão filosoficamente mais demorada, “Eu não gostava de ser o teu cão!”

Daí a pouco aproximo-me e pergunto, “qual é a raça dele?”; “é um perdigueiro”, risada geral porque o dono do animal afinal não acertou na raça. “É um Labrador”, diz o terceiro rapaz, o elemento masculino do par de namorados, e todos eles riem muito. Afinal o suposto “dono” do animal só estava a tomar conta dele. O verdadeiro dono não estava ali naquele momento. Coitado do cão!

 

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Quarta-feira, 12 de Abril de 2006

Horizonte



Fotografia tirada na Nazaré, a 14 de Janeiro de 2006
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Terça-feira, 11 de Abril de 2006

Miragens



Ao prolongar o olhar
na mira branca,
virgem, vazia
do tanto que
quero que contenha,
revolvo o pensar
e logo nela escrevo.
Logo fala para mim!
Revejo-me inteiramente!

Ao alcançar o infinito...
essa mira estiolada do vazio,
que tanto eu quero também
que ela algo contenha,
esventro o pensar
e nela tudo transmito.
Mas, sendo ela nada...
nada de lá vem.
Nem sequer um reflexo!

foto: piratacaçula
poema: Armando S. Macatrão
             in "O Vazio do Nada"



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Domingo, 9 de Abril de 2006

A consulta

Tonhe Caracol, chamado assim por ganhar a vida de Maio a Setembro na apanha de caracóis, não andava muito bem e o médico de família ordenou-lhe que fizesse um chek up, “uma p'rrada de exames e análzes”, dizia ele em tom de protesto e desabafo, “vai um gajo ao méd'c da famíla e ele ainda manda gastar uma pipa de massa p'a trazer estes papés todes, ah repá! Na chegava já o aumente que paguê p'a consulta(?)”.

Passadas três semanas, lá vai o Tonhe Caracol. Caminha ligeiro, de cabeça bem levantada, de mãos nos bolsos, de boné ligeiramente à banda, deixando mostrar toda a sua vasta e morena testa, com um bronzeado permanente de tanto sol apanhar (e não foi preciso ir à Corporación Dermoestética). Assobia qualquer coisa, que só ele provavelmente reconhece, ecoado pelo breu da noite. Leva debaixo do braço os exames que tanta dor de cabeça e trabalhão lhe deram, formando um grosso canudo preso com um elástico. É o primeiro a chegar à porta do centro de saúde e diz: “Primêres!”. Ali fica, sentado no banco de pedra corrido, encostado à parede do Centro de Saúde da Nazaré. Pensa em nada, dormita talvez.
Passados largos minutos, Manel Candil chega por sua vez, e diz: “Segundes”; “primêres”, retorquiu Tonhe Caracol quase simultâneamente, sem abrir os olhos, “q'horas são Manel?”; “São duas da matina, e tá a ficar uma zagania(*) q'até arrepia cabele”, respondeu o Manel Candil; “Zaganiiiiia!?... na sinte nada à Manel”, “Ohhh! É manera d'falar. Eu é que 'tou chê de fri e com errepis! Na vês que 'tou com um casaque q'até parece que tames em Dezembre. Até já fiz ingôd(**) e tude!”; “Olha sé a gripe das aves, ah repá! Questumas ir dar pão às gaivotas, já na sê... na te quere aqui ao pé d´mim. Chega p´ra lá, abernuncia cagalhão de gate!", disse Tonhe Caracol já com medo, enquanto se chegava mais para a ponta do banco.
Não falaram mais!... Dormitaram!... Tosse seca!... Espirro!
Quase pela manhã: “Tercêres” disse alguém; “primêres”; “segundes”. Dormitaram.
Pela manhã já havia consultas para mais de vinte. O médico só atende os primeiros 8 fora os outros!
Diziam mal do médico: que ia chegar atrasado porque era um bêbado, moina e que até fumava Charros.
Uma velhota que já o ouvira cantar no bar do 'Pé Leve' à frente do mar, perto de onde morava, dizia: “Uma tecáva nos tambores, e ele cantava, ma na' era cantar, parecia que 'tava a falar muite depressa. Aquile é um estroviade. Nem sê porqué que vem tanta gente p'ra ele!

Meio dia. Por fim chega o Dr. Rafael, um médico na casa dos trinta anos e solteirinho da silva, mais conhecido por Dr. Rafa, o qual sabia não dever nada à fama adquirida, nos últimos tempos. Olheiras de palmo e meio, meio despenteado, e telefone colado à orelha direita desde que chegara com o carro (um bruta de um BM série 7), até entrar para o gabinete que servia de consultório. Na outra mão, a mala de médico com uma bata branca a tapá-la parcialmente, “enfermeira Rita, bom dia, mande entrar o primeiro se faz favor, estou com pressa”, disse para a enfermeira de serviço, continuando a falar ao telemóvel.
A enfermeira Rita, um vistão, diria mesmo, uma paisagem monumental com aquela farda vestida, um autêntico avião. Aquilo até fazia ganhar vida a um morto.
Tonhe Caracol era o “primêres” e entrou com o monte de análises e exames pedidos na consulta anterior. Por fim o médico desliga o telemóvel, “Bom dia Sr. António”; “Bom dia à Sô Doutor. Tão aqui as análeses todas qu'me pediu”; “Ora vamos lá ver isso então”. O homem olha para aquele monte de papéis durante uns minutos, vê e revê, e voltar a ver. Mede a pressão arterial ao Sr. Caracol. Escreve, escreve, passa receita e regista no ficheiro do cliente, vulgo doente. “Atão sô doutor... o qué q'eu tenhe?"; o médico levanta-se calmamente e estica os braços na horizontal,vira-os para fora unidos pelo entrançar dos dedos das duas mãos (espreguiça-se... porra, assim é mais fácil e curto. Esta mania das descrições!), e começa o espectáculo hip-hop:


Não podes mais estar assim
nesse estado de demente
tens o cérebro dormente
e o corpo parece ausente.
A saída está ruim
tua mente está doente
o corpo não aguenta
o teu estado de demente.
Funcionas a carvão
mais lento não podes ser.
Estás a ir em vão???!
Assim não, assim não!
Vais correr, tomar ginseng
alteres praticar, o médico consultar
e um raio x efectuar.
Deixar o fumo é objectivo
e os molhos abandonar
o pão vais aliviar
a salada é que está a dar


Faz uma pausa e fala devagar: “Tem o colestrol muito alto e vamos fazer mais uns exames porque tem aqui qualquer coisa na cabeça, percebeu Sr. António?”, disse já a acalmar daquele momento único do qual o Tonhe Caracol foi espectador privilegiado de primeira fila. O homem estava siderado nos olhos do médico e nem palavra disse. Passados poucos segundos levanta-se num foguete e desata a correr consultório fora, e depois direito à rua com os braços no ar gritando, “O méd'c tá tonte, tá tude tonte, tá drogade, tá drogade e disse qu'eu táva tonte”.

Digamos que há pessoas que são mal interpretadas e não ajudam muito a sua fama. Expõem a sua veia artística fora dos ambientes próprios e depois dá nisto.
Foi mais um caso de um médico marginalizado e olhado de lado pelos seus doentes e pela população em geral. Tem amigos e amigalhaços(***) e continua a cantar no bar do 'Pé Leve' enquanto é acompanhado às percussões (bateria) pela enfermeira Rita, ao melhor estilo do improvisado e muito urbano hip-hop.


(*)Diz-se quando faz vento, frio e chove.
(**)Modo de dizer que uma pessoa vomitou.
(***)Más companhias, companhias por interesse.


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Devoradora

Na quinta-feira à noite, larguei tudo para passar uns momentos de intenso mas calmo prazer, envolto em livros, livros meus, que fui adquirindo de uma ou de outra forma ao longo da minha vida. Naquele cantinho do sótão, sentei-me no chão e comecei a olhar, a apalpar, a cheirar, a folhear, um a um, como se de preciosidades se tratassem. Na verdade é mesmo um tesouro para mim, pelo valor estimativo. Para a mais velhita, a Lua Pirata, aqueles livros são uma preciosidade útil. Lê-os a todos. Um a um, lá vão marchando pelas mãos da Piratita. Desta vez tirei das caixas mais meia-dúzia deles. Tendo em conta que irá ter os exames nacionais do 9º ano, terá leitura até final do ano. Nesses livros estão alguns que eu li quando tinha a sua idade. Que bem conservados que eles estão. Foi um prazer voltar a tocar-lhes, ler alguns excertos, separá-los para ela e imaginar a sua reacção. Ela adora livros, lê-os mais rápido do que aquilo que eu consigo. Lua Pirata devoradora de livros.

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Sábado, 8 de Abril de 2006

Post it - !



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sinto-me: vendedor
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Sexta-feira, 7 de Abril de 2006

Olhares

Foi este o olhar escolhido por mim, um olhar lindo e misterioso, para dar início aos "olhares", que tentarei actualizar sempre que possível, sempre que um olhar me diga algo, sempre que o olhar seja estupidamente lindo, charmoso, enigmático ou apelativo.

Enfim... Olhares
Que dirá este olhar?
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Quinta-feira, 6 de Abril de 2006

Circuito Nacional de Surf



Foi durante o fim de semana de 10, 11 e 12 do Mês de Março que se realizou na Nazaré uma das etapas do Circuito Nacional de Surf Esperanças.
Ver mais informação e fotos aqui e aqui.
Para quem esteve com atenção deu para ver que foi na realidade uma prova com bastante espectacularidade. O mar esteve como nunca para a prática do surf, o que ajudou bastante ao êxito desta prova. Foi mesmo  considerada por unanimidade, como uma excelente organização desportiva, “avaliada com nota 10”.

ver slidshow

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Quarta-feira, 5 de Abril de 2006

Post it - O Jogo

Ontem, enquanto apanhava um solzito logo pela manhã, por sinal já muito forte, dei por mim a pensar em coisas que há uns anos fazia repetidamente, em diversos sítios e em alturas diferentes da minha vida, e que por vezes, no presente, até tinha vontade de repetir. Alguns desses momentos eram passados especialmente ao fim de semana, tendo como companhia o meu primo Pedro, agora a viver no Canadá. Para lá foi estudar, trabalhar, casar, e ver nascer o filho António.
Não era nada de especial, mas agradável e dava para divertir um pouco. Sair à noite para passar um bom par de horas a jogar snooker e beber umas imperiais era algo de que gostávamos. Já não me lembro bem das conversas que tínhamos, mas não fujo muito à coisa se disser que a maioria delas era sobre gajas. Lembro-me bem das risadas de perder o fôlego, a tal ponto, que por vezes os jogos eram interrompidos definitivamente. Foram momentos, não muitos, mas bons.
Por esta altura dos pensamentos, adormeci, e até com o jogo sonhei.

[Tenho vontade de jogar snooker. Já não o faço há muito tempo. É o que vou fazer, mas para isso preciso de um adversário. Pesquisei os meus contactos e nada, portanto, dei-me ao trabalho de pesquisar na net por alguém que quisesse ir fazer umas partidinhas de taco na mão. Para minha surpresa encontrei um poderoso adversário. Podem crer que a jogar de taco na mão deve ser um verdadeiro espectáculo. Até tem ar de profissional e tudo. Que maravilha! Mas não vale a pena começar a deitar foguetes antes da festa por ter um adversário que nos possa ensinar algo, afinal ela não quer nada com as canas, quer antes com os tacos e bolas. A fazer crer naquilo que a própria disse, deve ser cá uma jogadora(!)... daquelas de fazer rachar o pepino(!)... nem vos digo!
Mas eu vou à luta, e como gosto de jogar com o taco, umas vezes com força, outras devagar e até jogar com as tabelas, sim, porque as bordas também fazem parte do jogo, vou empenhar-me para enfiar as bolas dentro dos buracos do jogo, nem que para isso tenha de fazer batota e usar as mãos. Contra um adversário daqueles, por vezes só com um taco não dá, é preciso usar outras arte-e-manhas!
Mas deixemo-nos de conversas e vejam o meu adversário]

Que merda! Acordaste-me com o barulho do teu clic. Podias ter carregado mais devagar. O sonho terminou. Agora só me resta jogar, nem que seja sozinho. É para exorcizar os maus pensamentos, diriam alguns!

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Alguém

Alguém, que tem a mania de ser Chico esperto, não entregou a chave na portaria quando saiu do trabalho a meio da tarde, com um sol radiante que até fazia azia, mas a ameaçar chover. Outro alguém, precisou da chave, que era da manutenção, para fazer uma reparação, já fora d'horas. Ainda, outro alguém, telefonou ao primeiro alguém, devido à situação. Então esse alguém, que tem a mania de ser Chico esperto, teve de se deslocar ao local de trabalho para ir levar a chave, uma mera chave, que tinha esquecido de entregar na hora da saída, a meio da tarde, com um sol radiante que até fazia azia, mas a ameaçar chover. Assim, o outro alguém, já pôde reparar a avaria e assim continuar tudo nos conformes e em plena harmonia.
Alguém, que tem a mania de ser Chico esperto, teve de fazer uma porrada de quilómetros, já debaixo da chuva que ameaçava chover, e sem o sol radiante que até fazia azia, por causa de uma mera e simples chave. Afinal, ainda o outro alguém, o terceiro alguém, podia ter resolvido a situação com uma outra chave, uma mera chave, suplente, que poucos 'alguén's' sabiam existir. É natural que o primeiro alguém, o Chico esperto, tivesse ficado na merda quando soube no outro dia da existência da outra, e que, o outro alguém o tinha tramado, e bem, até com direito a apertão nas orelhas por parte do chefão.
Chicos espertos tramam-se a eles próprios, sempre foi e será assim. Não aprovo, mas o alguém, que é, ou tem a mania de ser Chico esperto, faz coisas muito piores. A ver vamos, se irá haver novos desenvolvimentos, ou não. Vou ficar à espreita dos acontecimentos. Promete!

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Terça-feira, 4 de Abril de 2006

Post it - Sugestão

Se está a pensar melhorar o seu look, e não sabe o que fazer com esse seu cabelo que mais parece rama de piaçaba ou pelo de rata velha, tem aqui a sugestão do engarrafamentos para ter um ar sóbrio, cool e ao mesmo tempo passar despercebido entre a multidão.


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Domingo, 2 de Abril de 2006

Post it - Blog amigo do ambiente

Pois é meus amigos, o “engarrafamentos” é um blog amigo do ambiente, se não vejamos:
  • Usa o papel como suporte das mensagens - derivado da madeira, é reciclável.
  • As embalagens das mensagens são garrafas de vidro - feitas da fusão de areia, feldspato, carbonatos de sódio e cálcio, entre outros, todos naturais, sendo 100% reciclável.
  • A rolha, é o vedante utilizado e é feito da cortiça - além de ser um produto natural e praticamente sem necessitar de ser reciclado devido à sua reutilização, é ainda um dos produtos mais genuínos de Portugal. Somos mesmo o maior produtor mundial de cortiça e fabricante de rolhas.

O “engarrafamentos” é mesmo um adepto fervoroso da rolha. Por tudo isto, meus amigos, não se aflija quando vir alguém à procura da rolha, porque está no bom caminho.

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lançado ao mar por west às 12:00
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Infinitos



Como é possível algo assim crescer no meio da praia da Nazaré, a cerca de quarenta metros do mar. Reparem bem no tamanho "daquilo", façam a comparação com os grãos de areia.

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Post it - Uma carreira de futuro

Os tugas querem formar uma universidade muito insólita, a “Universidade da Casa de Banho”. Sim, podem acreditar que é verdade. À imagem daquilo que já vai acontecendo na avançada metrópole de Singapura, há para aí uns tugas que importaram a ideia, tendo como presidente da comissão instaladora desta associação, Walter Cachorro (WC), um associado tuga da poderosa Organização Mundial do WC, com sede em Singapura, e agora não descansam enquanto não organizarem a primeira universidade do género na Europa. O objectivo é formar os melhores empregados de limpeza, administrando-lhes assim as novas técnicas para a desinfecção, reparação e desenho de WC's. Assim, vão poder deixar o lavatório, banheira, sanita e bidé num brinquinho, porque aquilo não é só espalhar o detergente, esfregar e limpar, há que ser o melhor no ramo, e nada melhor para comprová-lo que ter um canudo. Vão ainda, poder fazer reparações no WC como, desentupimentos, reparar goteiras e mudar torneiras. O melhor de tudo é que ficarão preparados para poder redesenhar um novo WC e organizar uma nova disposição das louças sanitárias para um melhor aproveitamento do espaço, com técnicas de autênticos arquitectos. Serão ainda, ensinados a auto-superarem-se constantemente, sendo parte integrante da tese de doutoramento o item - perfeccionismo adaptado ao WC. Sem dúvida, uma carreira de futuro!

A "Organização West" com sede na Nazaré está à espreita, e até já se começou a falar num curso especializado na recolha do lixo e sua separação. Os primeiros clientes deste curso serão as senhoras da empresa de limpezas referidas em post anterior, com sede na Mª Grande, e os funcionários da recolha do lixo da CMN. Não será curso superior, mas um curso profissional com diploma feito em material reciclado.

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Já tá!

Já tá! :) Foi assim que o amigo Re21 me comunicou que tinha divulgado o "engarrafamentosII" no seu espectacular blog, através deste post.
O texto utilizado para o efeito é deveras lisonjeiro para mim. O "Navego, logo existo II", foi o primeiro blog a colocar um link directo para o "engarrafamentos", ainda este, não passava de uma experiência, dando uma forcinha extra para continuar.
Faço notar ainda, que o "Navego, logo existo II" é um dos blogs mais lidos e mais bem classificados a nível nacional".
Obrigado pelo apoio.

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Sábado, 1 de Abril de 2006

Carapaus enjoados


foto: westnelson

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Reciclar! O que é isso?

Trabalho fácil, aquele de colocar o lixo produzido por mim, no meu local de trabalho, em recipientes separados e bem identificados com sacos de diferentes cores, conforme o produto a colocar neles: Azul - diversos tipos de papel de escritório; amarelo - copos de plástico da máquina do café e a lata de sumol; preto - lixo orgânico como as cascas de quatro bananas e os ossos da carne do jantar; vidrão - garrafas (hoje não havia).
Uma das empregadas da companhia de limpezas que ali presta serviço, chega junto de mim nessa altura e diz: - Não sei para que é esse trabalho todo!
- Então, separar cabe a todos, e começa por nós.
- Pois, isso é muito lindo, mas eu agarro nisso tudo e coloco todos os sacos no contentor do lixo doméstico, não estou lá com o trabalho de separar os saquinhos coloridos.
- Pois devia. Isso é de uma insensatez atroz. Nós separamos, e vocês deviam continuar esse trabalho. Mesmo que não o faça por obrigação, devia de fazê-lo por descargo de consciência.
- Pois, pois! Tretas! Eles depois tratam de misturar tudo. A mim não me enganam! Portanto não vou estar com esse trabalho.
- Oh santa ignorância - disse com voz a meio tom, virando as costas para ir trabalhar mais duas horas.
Saí às 24h00, sem antes ter verificado a situação do lixo nos contentores, por meio da cor dos sacos. Assim poderei fazer, como é minha função e obrigação, um pequeno relatório para a empresa onde a minha companhia presta serviço e para a companhia de limpezas em serviço no local. Claro, não vou usar os nomes de ninguém nesse relatório, apenas chamar a atenção para algumas irregularidades encontradas, mas não para já, vou esperar mais uns dias para observar.


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